Pra fechar esse primeiro ciclo de transtornos alimentares, não poderia deixar de explicar, de maneira simples, o que ocorre na intolerância alimentar. Você se torna intolerante a um alimento quando a capacidade de digestão desse alimento é reduzida, ou seja, você não produz enzimas digestivas na quantidade e/ou qualidade que deveria para “quebrar” os alimentos em partículas absorvíveis.

As causas são variadas, desde infecção até genética. Por exemplo, na intolerância a lactose (carboidrato do leite), você pode predispor uma condição gênica que limita a produção de lactase (enzima que quebra em pedaços pequenos a lactose e deixa disponível para absorção). Diferente das hipersensibilidades ou alergias, as manifestações clínicas da intolerancia são quase sempre gastrointestinais, como cólicas, diarréia, flatulência, eructação, azia, vômitos, irritabilidade e mal estar.

O diagnóstico é clínico, mas existem testes genéticos que ajudam no diagnóstico e prevenção. #MedicinaÉUmEstiloDeVida

Até o próximo post
Dr. Pedro Andrade