“Vivian comeu uma pizza domingo á noite, terça feira ela teve dor de cabeça”.

“Ricardo fez uma festa com queijos e vinhos no sábado, domingo pela manhã acordou mais inchado.”

“Shirley comeu um pão com manteiga e três dias depois apareceram manchas vermelhas na pele.”

“Toda vez que Rafael toma leite com toddy pela manhã, refere piora de sua rinite/sinusite.”

“Bruno come omelete todos os dias pós treino, há algum tempo refere piora da fadiga e ganho de peso”.

Diferente da alergia e intolerância – nas quais os sintomas são imediatos – na hipersensibilidade alimentar (ou Alergia Tipo 3) são sinais e sintomas inespecificos relacionados a alimentos específicos, que quase nunca são atribuídos a um alimento por ser tardio. E existem mais de 200 sinais e sintomas registrados na medicina de hipersensibilidade alimentar. É causada principalmente pelo aumento da permeabilidade intestinal, fazendo com que atravessem pedacinhos das proteínas dos alimentos para a corrente sanguínea – seu sistema de defesa reconhece essas proteínas como algo ofensivo e inicia um processo de formação de imunocomplexos (anticorpos principalmente mediada pelas 4 subclasses de anticorpos IGG – 1, 2, 3, 4).

Isso deixa seu organismo mais “inflamado”, piorando o funcionamento do metabolismo. Um bom nutricionista varia as estratégias nutricionais com o intuito de previnir hipersensibilidade – uma vez que quanto mais você ingere o alimento, maior a chance de adquirir.

Hoje existem exames para detectar, o que facilita o diagnóstico.

Até o próximo post.
Dr. Pedro Andrade @drpedroandrade