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Category Archives: Gastronomia

Intolerância Alimentar

Pra fechar esse primeiro ciclo de transtornos alimentares, não poderia deixar de explicar, de maneira simples, o que ocorre na intolerância alimentar. Você se torna intolerante a um alimento quando a capacidade de digestão desse alimento é reduzida, ou seja, você não produz enzimas digestivas na quantidade e/ou qualidade que deveria para “quebrar” os alimentos em partículas absorvíveis.

As causas são variadas, desde infecção até genética. Por exemplo, na intolerância a lactose (carboidrato do leite), você pode predispor uma condição gênica que limita a produção de lactase (enzima que quebra em pedaços pequenos a lactose e deixa disponível para absorção). Diferente das hipersensibilidades ou alergias, as manifestações clínicas da intolerancia são quase sempre gastrointestinais, como cólicas, diarréia, flatulência, eructação, azia, vômitos, irritabilidade e mal estar.

O diagnóstico é clínico, mas existem testes genéticos que ajudam no diagnóstico e prevenção. #MedicinaÉUmEstiloDeVida

Até o próximo post
Dr. Pedro Andrade

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Alergia Alimentar

“Camila comeu risoto de camarão e em seguida seus lábios começaram a inchar e teve dificuldade para respirar”.

“Newton comeu uma porção de amendoim e algumas horas depois notou manchas vermelhas em sua pele e coceira”.

“Luann comeu um pedaço de pizza de 4 queijos e sentiu dores no abdome”.

As alergias alimentares ocorrem quando há uma reação anormal do nosso sistema imunológico ás proteínas dos alimentos, geralmente causadas pelo aumento da permeabilidade intestinal (alto consumo de ultraprocessados, embutidos, corantes, conservantes, álcool, excesso de glúten).

Geralmente ocorrem de maneira imediata por serem mediadas pelo anticorpo E (IgE), dessa forma o diagnóstico é facilitado e muitas vezes feito pelo próprio paciente, mas também podem ocorrer de maneira tardia – em até dias após. Tem maior prevalência na infância devido ao processo de maturação do sistema imune.

Os principais sinais e sintomas são:

* Coceira e vermelhidão na pele;
* Manchas avermelhadas e inchadas na pele;
* Inchaço nos lábios, língua, orelhas ou olhos;
* Aftas;
* Nariz entupido e escorrendo;
* Sensação de desconforto na garganta;
* Falta de ar e dificuldade em respirar;
* Dor abdominal e excesso de gases;
* Vômito, diarreia ou prisão de ventre;
* Ardor e queimação ao evacuar.

Existem exames simples para o diagnóstico.

Se tiver alguma dúvida, pode deixar nos comentários!

Até o próximo post!

Dr. Pedro Andrade

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Hipersensibilidade Alimentar

“Vivian comeu uma pizza domingo á noite, terça feira ela teve dor de cabeça”.

“Ricardo fez uma festa com queijos e vinhos no sábado, domingo pela manhã acordou mais inchado.”

“Shirley comeu um pão com manteiga e três dias depois apareceram manchas vermelhas na pele.”

“Toda vez que Rafael toma leite com toddy pela manhã, refere piora de sua rinite/sinusite.”

“Bruno come omelete todos os dias pós treino, há algum tempo refere piora da fadiga e ganho de peso”.

Diferente da alergia e intolerância – nas quais os sintomas são imediatos – na hipersensibilidade alimentar (ou Alergia Tipo 3) são sinais e sintomas inespecificos relacionados a alimentos específicos, que quase nunca são atribuídos a um alimento por ser tardio. E existem mais de 200 sinais e sintomas registrados na medicina de hipersensibilidade alimentar. É causada principalmente pelo aumento da permeabilidade intestinal, fazendo com que atravessem pedacinhos das proteínas dos alimentos para a corrente sanguínea – seu sistema de defesa reconhece essas proteínas como algo ofensivo e inicia um processo de formação de imunocomplexos (anticorpos principalmente mediada pelas 4 subclasses de anticorpos IGG – 1, 2, 3, 4).

Isso deixa seu organismo mais “inflamado”, piorando o funcionamento do metabolismo. Um bom nutricionista varia as estratégias nutricionais com o intuito de previnir hipersensibilidade – uma vez que quanto mais você ingere o alimento, maior a chance de adquirir.

Hoje existem exames para detectar, o que facilita o diagnóstico.

Até o próximo post.
Dr. Pedro Andrade @drpedroandrade

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Mitos sobre o Glúten

Acho engraçado quando leio “hashtag sem glúten”. Na grande maioria das vezes o cidadão nao tem a mínima ideia do que é glúten. Sabe quando te falaram mal de uma pessoa e você cria um pré-conceito de que aquela pessoa é realmente ruim? Aí você vai, conhece a pessoa, vê que ela tem os defeitos dela, mas não é de todo mal, e fica até amigo da pessoa?! 😂 É exatamente assim que me sinto quando leio “artigos” sobre o glúten nessa espécie de telefone sem fio do “Instagram Medical Journal“. Cada um fala o que quer, pioram ainda mais os modismos, e você, coitado, acha que quem derrubou as torres gêmeas foi o glúten. Vamos lá. Você pode ser:

 

1) Alérgico ao glúten (menos de 1% da população): quando há sinais ou sintomas imediatos ao consumo.
2) Intolerante ao glúten (doença celíaca – 3/4% da população): quando você não tem enzimas para poder digerir, gerando sintomas gastrointestinais.
3) Hipersensível ao glúten: (menos de 10% da população) quando existem sinais ou sintomas tardios.

 

O problema do glúten está em 2 pontos:

 

Primeiro: Hoje em dia 99% dos alimentos que contém glúten; trigo, centeio, cevada etc. são transgênicos (crescem rápido para gerar mais lucro!), fazendo com que eles tenham uma quantidade 400% maior de glúten que os cereais de 100 anos atrás. Desse modo, a chance de você adquirir alguma doença relacionada a exposição intestinal dessa proteína cresce muito!
Segundo: (Importante) Uma resolução recente da ANVISA, de 21 março de 2014, permite que as farinhas do Brasil – principalmente a de trigo, tenham até 75 fragmentos de inseto/pelos de ratos/matérias estranhas por 50g de trigo. Em 2011 a ANVISA também determinou o limite máximo de micotoxinas (toxinas de fungos) para alimentos em estocagem. Podendo ter até 2g de fungos por 1kg de farinhas, sobretudo de trigo! É por isso que quando cortamos farinhas nos sentimos melhor.Na verdade nos sentimos menos “intoxicados”. Provavelmente o problema não esteja no glúten, mas sim na estocagem desses alimentos, que no Brasil é mais precário – por um viés puramente econômico (perde-se menos cereal, vende-se mais), ou seja, se for comer macarrão, coma na Itália.Até o próximo post.
Dr. Pedro Andrade
#Glútenfobia #GlutenFree #MedicinaÉUmEstiloDeVida

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Refeições com Proteínas

Não há duvidas da importância das proteínas na nutrição, tanto no estimulo de hormônios que trazem saciedade (glp-1, leptina..) muito maior que carboidratos e gorduras, quanto na produção de neurotransmissores, hormônios, enzimas, receptores.. enfim. Porém há um modismo criado em torno desse macronutriente, dieta da proteína, proteína de 3-3 horas, todas as refeições com proteínas… um estigma no qual quanto mais proteína, melhor. Será?

1. Proteína em excesso vira carboidrato (glicose) e gordura! Por um mecanismo chamado gliconeogenese.
2. Proteína em excesso aumenta ácido úrico, que pode aumentar a incidência de doenças cardiacas, aterosclerose, hipertensão, AVC e doenças mitocondriais.
3. Proteína em excesso aumenta o risco de osteoporose. Isso porque aminoácidos tem um pH ácido como o nome já diz, e seu corpo utiliza o cálcio dos ossos para neutralizar o pH sanguineo. Esse fenômeno repetido de maneira crônica pode causar osteopenia e por consequencia osteoporose.
4. Câncer, principalmente de intestino. As nitrosaminas dos alimentos proteicos em excesso, sobretudo da carne, tem capacidade de mutar o DNA das células intestinais, aumentando o risco de tumores.
5. Mais proteína não significa mais musculo. A capacidade de assimilação de aminoácidos na musculatura é proporcional a seu tempo e capacidade de treinamento. Ou seja, quanto mais tempo/capacidade de treino, maior sua necessidade proteica, isso porque o musculo se “adapta” a utilizar mais aminoácidos com a finalidade de reparar mais facilmente aquele tecido lesado. Que normalmente não deve passar de 2g de proteína por quilo de peso corporal.Mas essa “conta” deve ser feita por um BOM nutricionista!
6. Hiperuremia. Lesão renal crônica principalmente em pacientes que já tem lesão aguda prévia, ou aqueles que utilizam grandes quantidades de proteína cronicamente.

Assim como um medicamento pode estar lhe trazendo um maleficio quando mal indicado ou em dose inadequada, um nutriente também pode causar injúrias!

Bom senso e equilibrio acima de tudo.
Dr. Pedro Andrade

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Capuccino para emagrecer

Que tal começar o dia com um cappuccino totalmente do bem?
Além de ser uma ótima opção em momentos pré treinamento, ainda age de maneira preventiva a doenças metabólicas. Vamos lá!
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INGREDIENTES
– 150ml leite vegetal (preferencialmente leite de amendoas ou de coco, podendo ser substituido por leite de linhaça, castanha do pará, macadâmia, arroz, aveia ou castanha de cajú)
– 100ml café expresso
– 2 colheres de chá de cacau em pó
– 1 pitada de adoçante natural á gosto (stévia, xilitol, maltitol ou taumatina)
– 1 pitada de canela
– 1 pitada de pimenta cayenna
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PREPARO:
Misture o café, leite vegetal, cacau e o adoçante á gosto, na temperatura que lhe for agradável, e bata no liquidificador. Retire e salpique a canela junto com uma pitada de pimenta cayenna por cima e pronto!
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O leite vegetal, por ser rico em gorduras poliinsaturadas, estimula a produção de hormônios sacietogênicos (cck, leptina, glp-1) por mais tempo. Ele favorece a utilização de gorduras como fonte de energia por aumentar a lipase hormônio sensível, além de possuir baixíssimo índice e carga glicêmica.

O café aumenta dopamina, gerando sensação de bem estar e aumentando o limiar da fadiga, estimula receptor beta-3 adrenérgico, que favorece a via energética de oxidação de gorduras. Os alcalóides do café ainda diminuem a insulina.

Os antioxidantes e nitritos do cacau, estimulam a produção de óxido nítrico no endotélio vascular, gerando vasodilatação, e com isso aumentando o aporte de oxigênio e nutrientes para os tecidos.

A pimenta aumenta a absorção de vitaminas, minerais e antioxidantes no intestino, além de ser termogênica!

Mistura que combina, ativando cada via metabólica do seu organismo de maneira diferente e sinérgica! Buon appetit 😄 #MedicinaÉUmEstiloDeVida

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Nutrição funcional na Gestação

A gestação é um período muito especial na vida da mulher e deve ser acompanhado com atenção. 😊 Durante a gestação a mulher passa por diversas alterações físicas, hormonais e psíquicas, que interferem na sua saúde. O aumento da sensibilidade do olfato e as alterações hormonais podem contribuir para o aparecimento do enjoo e prejudicar a ingestão de uma dieta adequada. Por isso, futuras mamães, anotem as dicas sobre os alimentos que vocês devem incluir na dieta durante esse período:

➡ Dieta balanceada: a dieta da gestante deve ser balanceada, não é porque você esta grávida que deve comer exageradamente. O ideal é uma dieta que inclua carboidratos, de preferência integrais, proteínas magras, vindas da carne, frango, peixe, castanhas e sementes; legumes e verduras;

➡ Água: o consumo de água é muito importante nessa fase, pois é essencial para a produção do leite e hidrata a pele ajudando na prevenção de estrias;

➡ Ácido Fólico: é uma vitamina que na gestação é muito importante para a formação do tubo neural do feto, evitando má formação. Além da suplementação o ácido fólico é encontrado naturalmente em alimentos como: brócolis, repolho, espinafre;

➡ Ômega 3: é importante para o correto desenvolvimento do cérebro do bebe. Uma ótima opção é o óleo de peixe;

➡ Ferro: Reduz o nascimento de bebês prematuros e com baixo peso, reduz o risco de morte materna no parto, melhora a resistência às infecções e melhora a capacidade de aprendizagem da criança. Fontes: carne, frango, peixe, ovo, feijão, vegetais verde escuro (associados à vitamina C para melhor absorção);

➡ Cálcio: garante a formação da estrutura óssea e dentária do feto. Não existe só no leite, olha só: Fontes: gergelim, semente de girassol, salmão e folhas verdes escuras;

➡ Magnésio – importante para mais de 300 reações bioquímicas e necessário para que todas as outras vitaminas sejam absorvidas.

⚠ Mães que comem melhor desde o início da gestação, “passam” esse sabor para o filho da mesma maneira que mães que comem muito açúcar, muita gordura e muita comida processada, passam esse sabor para o filho. Por isso futuras mamães escolham bem os alimentos para garantir um futuro saudável dos seus pequenos!

Até o próximo post.
Dr. André Vinícius

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COMBATENDO AS ESTRIAS

As estrias são como cicatrizes que ocorrem devido o rompimento de fibras elásticas após uma grande distensão da pele, como por exemplo, após aumento de peso, início da puberdade nas mulheres, fase que o corpo adquire as formas curvilíneas e durante a gestação. Alem disso, existem pessoas que são mais predispostas geneticamente ao aparecimento das estrias.

Elas aparecem na pele como lesões avermelhadas – estrias mais recente – ou esbranquiçadas – estrias mais antiga – que não bronzeiam com o sol.

Apesar de acometer mais as mulheres, é uma queixa comum também entre os homens no consultório e aparecem mais frequentemente nas regiões das mamas, coxas, nádegas, quadril e costas.

O ideal é sempre a prevenção! A melhor forma de preveni-las é com hidratação intensa da pele com o uso de cremes e loções a base de uréia, lactato de amônia e óleos vegetais, que ajudam na manutenção da integridade e hidratação da pele, tornando-as menor frágil. Deve-se evitar o efeito sanfona no corpo com o ganho de peso de forma rápida! É fundamental para a pele não sofrer os danos de distensão e rompimento das fibras elásticas – e isso inclui reduzir doces, carboidratos e gordura da dieta com as orientações adequadas de um nutrólogo e a prática de atividade física. Durante a gestação é muito importante respeitar as orientações do pré natal, com o ganho de peso calculado de acordo com a altura da mulher.

O tratamento não é fácil: ele exige manutenção e as medidas preventivas para um melhor resultado.

Pode ser feito com uso de ácido retinóico, que promove proliferação de fibras elásticas e clareamento das regiões que incomodam. Pode ser utilizado diariamente após avaliação do seu médico e com indicação adequada. Os peelings de ata (acido tricoloroacético ) são peelings médios que exigem maior cuidados após sua aplicação e devem ser feito em clínicas habilitadas pra esse tipo de procedimento. Ajudam na coloração da estria e Deve-se evitar o sol por pelo menos 30 dias após aplicação.O número de sessões depende da profundidade e concentração utilizada, e isso deve ser feito por um bom dermatologista.

O Microagulhamento é um ótimo aliado ao tratamento – as suas microagulhas perfuram as camadas mais superficiais da pele, favorecendo novas fibras de colágeno e elastina no local, eliminando gradualmente as estrias em cada sessão.

A Luz pulsada gera calor na pele, atinge vasos sanguíneos e estimulam colágeno, e é indicada para estrias mais recentes, as vermelhas, com resultados muito satisfatórios quando forma de tratamento isolado e ainda mais satisfatório quando em conjunto com lasers fracionados e peelings.

A Radiofrequência é indicada para estrias novas e antigas, com excelentes resultados para as mais superficiais e estreitas, que com o aquecimento provocado pelas ondas disparadas, estimulam o colágeno local e ajudam também na flacidez.

Outra ótima opção é o poderoso laser fracionado que estimula a produção e reorganização do colágeno nas camadas mais profundas da pele, após dano na epiderme e na derme, que contribui para superficializar as estrias e torna-las menos visíveis. São necessárias pelo menos 4 sessões com intervalo de 1 mês entre elas.

Agende sua consulta para uma avaliação!

Até a próxima dica!

Dra Bruna Vallcorba

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Fome Oculta: O mal do século

Você já sentiu fome de Zinco? Magnésio? Tiamina (vitamina B1)? Riboflavina (Vitamina B2)? Niacina (Vitamina B3)?

Certamente, se você mora no planeta Terra, não. Mas com certeza seu organismo já, e provavelmente você acabou comendo algumas calorias a mais a procura inconciente dessas substâncias indispensáveis para o funcionamento excelente do nosso organismo. Aquilo que você ingere é diferente daquilo que sua célula precisa pra funcionar. Sua célula precisa de mais de 40 vitaminas e minerais para realizar funções estruturais, funcionais e enzimáticas. Esses nutrientes participam do metabolismo das proteínas, carboidratos e gorduras, logo, a falta deles torna seu metabolismo ineficiente. Ocorre que em mais de 40 anos plantando no mesmo solo – junto com a monocultura, fizeram com que nossos alimentos ficassem pobres em alguns nutrientes, isso somado a produtos alimenticios “anti-nutrientes” que diminuem a absorção de vitaminas e minerais, fizeram segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), com que a Fome Oculta ou Fome Marginal seja encarada como um sério problema de saúde pública, atingindo mais da metade da população mundial e predispondo doenças crônicas como a obesidade e o câncer.

As dietas da moda bem como a falta de conhecimento da população fazem com que esses números apenas cresçam. Os sintomas são bastante variados, como: irritabilidade, alteração do humor e dores de cabeça, cãibras e dores musculares, queda de cabelos, unhas fracas, fraqueza, fadiga, alterações na pele e mucosa, perda de tônus muscular, hipersensibilidade/hiposensibilidade, insônia, arritmia, obstipação e ganho de peso. Foque atento!

Até o próximo post.
Dr. Pedro Andrade

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Açúcar o vilão silencioso da alimentação

A maioria das pessoas já sabem que o consumo excessivo de açúcar pode causar muitos problemas ao organismo do ser humano, mas parece que não estão levando muito a sério. 😱 Entre esses problemas estão cáries e queda de dentes, acúmulo de gordura, danos no sistema circulatório e aumento do nível de açúcar no sangue. Algumas pessoas para piorar consomem adoçantes artificiais 🚨

O organismo do ser humano explica por que os doces são tão consumidos. Começa na língua: quando o órgão tem contato com o sabor adocicado, o nosso paladar envia a novidade ao cérebro, que libera um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer, chamado Dopamina. É como se fosse uma recompensa que nosso cérebro nos dá em troca da comida de alta caloria.

Quer saber um pouco mais sobre os malefícios de cada tipo? Dá uma olhada! 👉 Mel: Pequena quantidade de calorias. Contém nutrientes e promove o bom funcionamento do intestino. Tem antioxidantes, mas pode conter pesticidas
👉 Frutose: em quantidades excessivas está associado ao desenvolvimento de Síndrome metabólica – quando ingerido nas frutas in natura, por estar associado a fibras, tem absorção intestinal mais lenta e não prejudicial;
👉 Açúcar Mascavo: Baixa quantidade de calorias. Tem uma pequena quantidade de nutrientes;
🚨☠️E ainda tem os mais famosos adoçantes sintéticos: ☠️🚨
👉 Sacarina: produzida a partir do tolueno, afeta a função renal, já foi proibido por causar câncer em ratos;
👉 Sucralose: quando aquecido torna-se instável liberando compostos tóxicos
👉 Aspartame ☠️: o mais danoso Entre os venosos doces, foi descoberto acidentalmente em laboratório , sua ingestão já foi associada com tumores no cérebro, mal de parkinsonismo, Alzheimer, epilepsia, linfoma entre outros .

Use Stevia ou xylitol ou de preferência não adicione açúcar na sua alimentação.

Até o próximo post.
Dr. André Vinicius

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